O colar cervical de resgate é diferente do colar cervical comum de uso doméstico: ele imobiliza a coluna em caso de suspeita de trauma, antes e durante o transporte da vítima, e é operado por socorrista, bombeiro ou equipe de atendimento pré-hospitalar treinada — não é um produto de conforto para uso contínuo em casa. Nesta página estão os modelos rígidos e ajustáveis, tipo Philadelphia e tipo stifneck, com apoio mentoniano e occipital.

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Tipos de colar cervical de resgate

Colar Philadelphia — bipartido, em espuma rígida softform, com apoio mentoniano e occipital e perfuração para ventilação; auxilia no controle de flexão, extensão e rotação do pescoço durante a imobilização. Fechamento por fita aderente para ajuste rápido no atendimento. Colar tipo resgate ajustável — regulagem de altura em uma peça única, indicado para quem faz o primeiro atendimento e precisa adaptar o colar a diferentes pescoços sem trocar de tamanho no local da ocorrência, útil quando a equipe atende várias vítimas em sequência e não carrega todos os tamanhos fixos de uma vez.

Como medir e escolher o tamanho

O tamanho certo é medido pela distância entre o ombro e o queixo da vítima (regra de dedos ou fita métrica), nunca pela altura da pessoa. Modelos rígidos vêm em tamanhos como P, M e G; alguns fabricantes também têm versão infantil e neonatal para atendimento pediátrico. Colar apertado demais restringe a respiração; frouxo demais não imobiliza — checar o encaixe no queixo e no peito antes de fixar. Em vítima com suspeita de trauma, o colar é só o primeiro passo: a imobilização completa segue com prancha rígida e fixadores de cabeça, conforme o protocolo da equipe.

Marcas

Salvapé fabrica o modelo Philadelphia rígido bipartido desta página. Resgate SP fornece o modelo ajustável de resgate. As indicações de uso seguem sempre o que cada fabricante registra na ficha do produto, não uma promessa genérica da categoria.

Para quem é e quando não usar

Uso técnico, por profissional treinado em suporte básico ou avançado de vida — socorrista, bombeiro, equipe de ambulância ou hospital. Não substitui avaliação médica nem imobilização em prancha rígida quando o protocolo de atendimento exige as duas. Quem procura um colar para torcicolo, uso pós-esforço ou dor cervical do dia a dia deve ver a categoria de colares cervicais, com modelos macios de uso doméstico.

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Perguntas frequentes sobre Colares Cervicais de Resgate

Qual a diferença entre colar cervical de resgate e colar cervical comum?

O colar de resgate é rígido ou ajustável, com apoio mentoniano e occipital, usado por socorrista para imobilizar a coluna em suspeita de trauma antes do transporte. O colar comum é macio, de espuma, para conforto no dia a dia em casos como torcicolo — não imobiliza para atendimento de emergência.

Como escolher o tamanho do colar cervical de resgate?

Meça a distância entre o ombro e o queixo da vítima. Os modelos existem em P, M e G, e alguns fabricantes têm versão infantil e neonatal. O colar precisa encostar no queixo e no peito sem apertar a respiração.

Colar tipo stifneck e colar Philadelphia são o mesmo produto?

Stifneck é o nome popular de mercado para o colar rígido ajustável de resgate em uma peça. Philadelphia é o modelo bipartido, com peça frontal e traseira separadas. Os dois imobilizam a coluna cervical; a escolha depende do protocolo e do treinamento da equipe.

Quem pode aplicar o colar cervical de resgate?

É um equipamento de uso técnico, aplicado por socorrista, bombeiro ou equipe de atendimento pré-hospitalar treinada em imobilização da coluna. Não é indicado para automedicação ou uso doméstico sem orientação.

Quanto custa um colar cervical de resgate?

O valor varia por modelo e tamanho e está sempre atualizado na página de cada produto.

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