Body Modelador Compressivo Pós Cirúrgico - Symmetrical
A partir de R$ 352,90
ou 6x de R$ 58,82
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1 produto
Body compressivo pós-cirúrgico em malha com fio Emana, nas versões sem perna e meia perna, para compressão do tronco e das coxas.
A partir de R$ 352,90
ou 6x de R$ 58,82
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O body modelador compressivo é uma peça única que envolve tronco, abdômen, cintura e costas na mesma malha elástica e, nas versões meia perna, alcança também as coxas. O fabricante indica esse tipo de peça para o pós-operatório de cirurgias plásticas que pedem compressão no tronco, ou no tronco e nas coxas, e ela auxilia na compressão e na modelagem da área operada. Aqui você encontra o Body Modelador Compressivo Pós-Cirúrgico da Symmetrical, em malha com fio Emana®, nas versões sem perna e meia perna, com alça fina e nas cores bege e preto.
A peça certa é a que cobre inteira a região operada. O body resolve numa só malha o abdômen, a cintura e as costas, sem emenda entre peças que possa marcar a pele, e o modelo meia perna estende essa cobertura às coxas. Quando a cirurgia ficou restrita ao abdômen ou à cintura, as cintas e faixas abdominais costumam dar conta e são mais simples de vestir sozinha, com fechamento em velcro ou colchetes reguláveis. Se a operação foi nas mamas, o lugar de olhar são os sutiãs pós-cirúrgicos, com fechamento frontal e alças largas. Usar peças combinadas é comum, e é o cirurgião quem determina qual arranjo cabe no seu caso.
O tamanho sai da tabela do fabricante, cruzando busto, cintura e quadril medidos com fita métrica sobre a pele. Na grade da Symmetrical, que vai de XPP a XXG, o P corresponde a busto de 88 a 91 cm, cintura de 72 a 75 cm e quadril de 98 a 101 cm; o M, a 92–95 cm, 76–79 cm e 102–105 cm; o G, a 96–99 cm, 80–83 cm e 106–109 cm; o GG, a 100–103 cm, 84–87 cm e 110–113 cm. Meça sem apertar a fita e, caindo entre dois tamanhos, o fabricante orienta ficar com o que acomoda a maior das medidas. A tabela inteira, com todas as faixas de peso e as combinações de modelo e cor disponíveis, está na página do produto.
Quem define o começo, o grau de compressão e a duração do uso é o cirurgião que fez o procedimento: não há prazo padrão nem regra igual para todo mundo. O fabricante orienta vestir a peça com a pele limpa e seca, subindo pelas pernas até o tronco, ajustar as alças, acomodar os seios e alisar o tecido para que a compressão fique uniforme e sem dobras. Dor, dormência, formigamento ou marcas fundas durante o uso pedem retirar a peça e falar com a equipe que acompanha a recuperação. Este texto reúne o que consta nas instruções de uso do fabricante e não substitui a avaliação do seu médico.
Se ainda está montando o enxoval da cirurgia, comece pela categoria pós-cirurgia plástica, que reúne as peças compressivas por região do corpo. Para escolher pela cirurgia, veja cinta pós-abdominoplastia, cinta pós-lipoaspiração e cinta pós-cirúrgica masculina; para complementar a compressão do tronco em fases específicas da recuperação, vale olhar também as faixas abdominais e a manga compressiva em faixas pós-cirúrgicas. Equipe Casa do Médico, com base nas instruções de uso do fabricante.
O fabricante indica a peça para o pós-operatório de cirurgias plásticas que exigem compressão no tronco, ou no tronco e nas coxas. A malha elástica auxilia na compressão e na modelagem da área operada e fica discreta sob a roupa. A indicação para o seu caso, o grau de compressão e o tempo de uso são definidos pelo cirurgião.
O body é uma peça inteira: cobre tronco, abdômen, cintura e costas de uma vez, e nas versões meia perna alcança as coxas. A cinta age numa faixa específica do corpo, normalmente abdômen e cintura, e é mais fácil de vestir sozinha. Cirurgias que envolvem várias regiões costumam pedir o body; a decisão é do cirurgião.
A diferença está na cobertura das coxas. O modelo sem perna termina na virilha e serve quando a compressão precisa alcançar apenas o tronco. O meia perna desce sobre as coxas e é a escolha quando a cirurgia também envolveu essa região. A compressão no tronco é a mesma nos dois; o cirurgião indica qual cobre a sua área operada.
Muda o apoio na parte de cima do corpo. A alça fina é a mais discreta sob a roupa e apoia menos os ombros. A alça grossa distribui melhor o peso da peça, e a manga curta acrescenta cobertura nos braços. Confira na página do produto quais combinações estão disponíveis em estoque, já que a grade varia.
Meça busto, cintura e quadril com fita métrica sobre a pele, sem apertar, e cruze os valores com a tabela do fabricante na página do produto. A grade vai de XPP a XXG: no M, o busto vai de 92 a 95 cm, a cintura de 76 a 79 cm e o quadril de 102 a 105 cm. Entre dois tamanhos, fique com o maior.
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