Imobilizador Longo de Dedos Ajustável Bilateral - Mercur
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Dedo em martelo é o nome popular de quando a ponta do dedo fica caída e não estende sozinha, depois de uma pancada na extremidade — em geral uma bolada ou um esbarrão forte.
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Dedo em martelo é o nome popular de quando a ponta do dedo fica caída e não estende sozinha, depois de uma pancada na extremidade — em geral uma bolada ou um esbarrão forte. O que o ortopedista costuma indicar é uma tala que mantenha só a última articulação esticada, sem parar o resto do dedo, usada de forma contínua pelo período que ele determinar. O modelo desenhado para isso é a tala para dedo em martelo da Salvapé; quando ela está indisponível, as talas de dedo de perfil reto cumprem a mesma função de manter a extensão.
A versão moldável em alumínio com espuma permite ao profissional dobrar a tala no ângulo indicado e refazer o ajuste na revisão.
Meça o comprimento do dedo lesionado da ponta até a primeira dobra, em centímetros, e a largura na altura da unha. A tala precisa cobrir a última falange inteira e sobrar um pouco além da ponta, sem apertar a lateral nem deixar a pele branca. Nos modelos bilaterais, o mesmo tamanho serve nas duas mãos. Tala curta demais deixa a ponta cair de novo; larga demais gira no dedo e perde o efeito.
A orientação usual é não retirar a tala fora das trocas combinadas com o profissional, porque a cada vez que a ponta dobra o tempo de uso pode recomeçar. Nas trocas, apoie o dedo sobre uma superfície plana para não deixar a ponta cair, seque bem a pele e observe se há vermelhidão persistente ou perda de sensibilidade — nesses casos, procure quem indicou a tala. O período total de uso e o momento de parar são definidos pelo ortopedista.
Para lesões que pegam o punho junto com os dedos, veja munhequeira com tala. Para o polegar, a página de órtese para mão, punho e dedos reúne os modelos com apoio próprio. Todos são produtos regularizados na ANVISA. O diagnóstico e o tempo de uso são do médico ou do terapeuta de mão que examinou o dedo.
É quando a ponta do dedo fica caída e a pessoa não consegue estendê-la sozinha, normalmente depois de uma pancada direta na extremidade. A articulação do meio continua funcionando; o que não responde é só a última. A avaliação é com o ortopedista, que confirma pelo exame e pelo raio-X.
O período é definido pelo ortopedista e costuma ser contínuo, ou seja, sem retirar fora das trocas combinadas. Isso porque a cada vez que a ponta dobra o tempo pode recomeçar. Não interrompa por conta própria antes da revisão.
A tala de dedo em martelo apoia apenas a última falange em extensão e deixa a articulação do meio livre, para a mão continuar usável. A tala comum costuma imobilizar o dedo inteiro ou duas falanges, o que é indicado em outros tipos de lesão.
Meça da ponta do dedo até a primeira dobra, em centímetros, e confira a largura na altura da unha. A tala deve cobrir a última falange inteira e sobrar um pouco além da ponta, sem apertar as laterais. Os modelos bilaterais servem nas duas mãos.
As talas de alumínio com espuma e as de plástico suportam o contato com água, mas a espuma demora a secar e a pele fica úmida por baixo. O caminho usual é proteger a mão no banho e secar bem o dedo na troca, mantendo a ponta apoiada para não dobrar.
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